quinta-feira, 23 de março de 2017

Debate: Braga, Cidade de Cultura?


A cultura vai muito para além do mero entretenimento. Através das manifestações culturais, as populações podem gerar e extrair conhecimento, demonstrando que somos parte importante para a construção do espaço que estamos inseridos e contribuir para a formação intelectual e humana. Uma população mais culta e bem informada, conhecedora das suas raízes, costumes e tradições mas ao mesmo tempo aberta e em contacto com formas de cultura contemporâneas ou de outros povos é essencial para o desenvolvimento de uma sociedade que se quer mais próspera, coesa e interessada.

Hoje é impossível falar de desenvolvimento económico e social sem evocar este tema e tudo o que o rodeia. Cada vez mais a atividade cultural das cidades é reconhecida como um importante fator de desenvolvimento territorial tendo assumido uma grande preponderância na dinamização turística, na criação de emprego e riqueza, assim como na educação das suas gentes.

Há em Braga ainda muito potencial por desenvolver e aproveitar? Estamos a valorizar, rentabilizar e a promover bem os nossos ativos culturais? Temos uma oferta cultural diversificada e abrangente? O que nos diferencia? Como cativar mais agentes, públicos e artistas? Que desafios teremos de enfrentar? Que Braga cultural queremos para o futuro?

Estas são algumas das perguntas que procurarão resposta no debateBraga, Cidade de Cultura? organizado pela Braga+ e que contará com um painel diversificado de representantes de entidades culturais do concelho, entre eles Cláudia Leite do Theatro Circo; Manuel Gama do Observatório de Políticas Culturais e Artísticas da UM; Luís Tarroso Gomes, pela Estaleiro cultural Velha-a-Branca; Miguel Ramos do Cineclube Aurélio da Paz dos Reis e a Helena Pereira, curadora da Shairart.

Este debate que decorrerá na próxima quarta-feira, 29 de Março pelas 21h15 no Auditório da BLCS-Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, é aberto ao público e haverá tempo para todos os que queiram intervir.

quarta-feira, 22 de março de 2017

+PATRIMÓNIO: Visita às 7 Fontes



No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Água, o Município de Braga, em parceria com a Junta de Freguesia de S. Victor, vai realizar uma visita guiada ao Complexo Eco monumental das Sete Fontes. A iniciativa vai ter lugar no dia 26 de Março, Domingo, a partir das 10h00, tendo como ponto de partida o Largo de Monte d’Arcos (junto à entrada do cemitério) e será orientada pelo Dr. Ricardo Silva, historiador e Presidente da Junta de Freguesia de S. Victor.

Braga + foi, muito amavelmente, convocada a juntar-se a esta iniciativa. Assim sendo, convidamos todos os associados e seguidores a estarem presentes. É uma oportunidade para quem ainda não conhece e mesmo quem já conhece vai seguramente passar uma agradável manhã contribuindo para a moldura humana que demonstrará que os Bracarenses não se esquecem das 7 Fontes.

segunda-feira, 13 de março de 2017

Memórias de Braga: Novos Pioneiros


A Cooperativa Novos Pioneiros será tema de conversa de mais um Memórias de Braga na próxima quinta feira, dia 16 de março, às 21h30 no Museu do Traje, com homenagem ao Engenheiro Pinheiro Braga e José Barbosa (Diretores da Novos Pioneiros).

São convidados José Manuel Mendes | José Manuel Tarroso Gomes | Augusto J. Rodrigues Pereira e Adelino Esteves

No “ciclo de memórias” cada conversa é informal e cujo objetivo é a troca de conhecimentos entre o público e os convidados, partilhando-se as memórias que se querem vivas sobre as vivências da nossa cidade.

Contamos com a presença de todos!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

+ PATRIMÓNIO: Percurso "Um Agostinho na Cidade"




O legado do Arcebispo D. Frei Agostinho de Jesus na cidade de Braga vai ser o destaque do percurso intitulado "Um Agostinho na Cidade", uma iniciativa conjunta da Braga + e da JovemCoop, que pretende ajudar os bracarenses a conhecerem e a valorizarem o seu património.

Esta iniciativa está agendada para sábado, dia 11 de fevereiro, e tem início marcado para as 14h30, na Igreja do Pópulo.

O percurso, que vai tentar reescrever as obras patrocinadas por um dos prelados mais importantes da história bracarense, conta com passagens pela Igreja do Pópulo, Convento do Salvador, Fonte da Pracinha, Largo do Paço e Capela de S. Victor-o-Velho, além de outras abordagens a lugares onde a sua ação se fez sentir.

Recorde-se que D. Frei Agostinho de Jesus foi Arcebispo de Braga entre 1588 e 1609 e revelou-se como um dos mais dinâmicos ocupantes do sólio bracarense e um dos mais ilustres da história da sua ordem religiosa em Portugal.